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sexta-feira, 12 de junho de 2015

Eita coisa boa!



É tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo, que fico perdida e me sinto pirando num mar de coisas boas. E olha, estou gostando disso.

Depois de um longo e tenebroso inverno, de profunda depressão e desesperança eis que a Fênix renasce. Nem sei até quando ela estará aqui, mas enquanto estiver, estarei feliz.

Apesar de dores morarem em mim, descobri que as palavras ainda são minhas amigas, e da  consolidação desta amizade nasceram livros, meus livros.

A mente voltou a pensar, e vem pensando em ritmo acelerado. Chego às vezes a não alcançar o fim do pensamento. Tive reencontro com velhos namoros e paixões. Reencontrei a antiga paixão pelos velhos, pela militância, pela minha história no campo do envelhecimento.

Voltei a ser peça presente na busca por um ideal. E vamos à luta! Que nesta luta em especial eu sou feliz. E nesse caminho volto às origens, me deparo com o Conselho de Direitos e com a paquera sempre apaixonante a ANG – Associação Nacional de Gerontologia. Engraçado que apesar de ter sido uma separação amigável, não havia me dado conta de como tão penosa era este divórcio.

Surpresas e surpresas no meio de um caos. Desejo apenas que a fênix permaneça, e se resolver voar, que seja alto, bem longe das cinzas.

No meu momento de namoro com a vida, só me resta desejar um feliz, feliz Dia dos Namorados.


Leonor Gomes



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Para conhecer a ANG-RJ;


segunda-feira, 4 de maio de 2015

Viva as diferenças!


Não somos iguais, ninguém é igual a ninguém, temos nossas diferenças, somos múltiplos e únicos em nós mesmos.

Temos crenças, cultura, estruturas físicas e emocionais distintas. Podemos até ter algo em comum, mas não compartilhamos de todo como um todo único. E que bom que somos assim, pois são as diferenças que nos permiti evoluir, crescer e aprender. Já pensou se todos fossem iguais? Se pensassem da mesma forma? Seríamos estáticos.

(Foto de Paulinha Gomes)
O grande problema é que  apesar de ser uma dádiva sermos  diferentes, temos muita dificuldade em aceitar as diferenças e as divergências. Queremos impor nossos ideais, crenças e tudo mais como algo verdadeiro, e se questionados nos magoamos.

Mágoa pelo outro divergir de você em algum aspecto?         

Temos uma tendência de colocar na mesma fila, a divergência com o rancor, a raiva, a indignação. Divergência não significa estar em fila alguma, ou melhor, talvez o ideal seja colocá-la na fila de convergir para a troca de aprendizado, a reflexão, ao erro para a melhoria, ao aceite das diferenças.

Por que se há mágoa perdurada num fato contestado? Contestação não anula admiração. Sempre temos o lado bom e não tão bom, para não dizer ruim. E se o “magoador” também se sente magoado? Quem somos nós para acharmos que podemos ou seremos ou sentimos mais ou menos que o outro?

Que bom que somos diferentes e divergentes, pois é neste ciclo tortuoso, inconstante que crescemos e para isso, só basta nos aceitarmos e respeitarmos como somos.

Mais diálogo, menos rancor. Viva as diferenças!



Lê Gomes


quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Um pensamento

Reflexão


Ao invés de seguir o caminho do outro, siga seu próprio caminho. Não queira ser o que o outro é , seguir seu parâmetro, estilo de vida.

Encontre-se.

A pior coisa no mundo é aquele que não é nada.

Agora entendo querer ser tudo, é porque nunca soube quem verdadeiramente é...

Quis ser (seguir) um , depois outro e depois o outro e quando o tempo passou viu que nada era e que ao final nada tinha , nem a si mesmo.

Ao perceber que nem a si mesmo pertencia, fugiu. Mas ninguém foge de si mesmo, pois a sombra revelada na luz sempre estará a lembrar suas fraquezas.

O melhor é olhar, se encarar e descobrir-se, por pior que seja a revelação do seu verdadeiro eu.

Chega um momento que não devemos mais fugir e sim assumir o que somos ou não somos ou o que nunca seremos.



Lê Gomes

terça-feira, 22 de abril de 2014

Quero...




Quero antes um dia chuvoso de paz
A um dia de sol nebuloso de guerra












Quero o brilho dos olhos tristes e sinceros
Aos olhos alegres de maldade







Quero  viver um amor doloroso
A viver doloroso por não ter um amor

                    Lê Gomes




P.S. As fotos foram tiradas por mim em momentos e situações diversas

QUERIDINHA DO MÊS